Quinta saiu o resultado do mestrado. Sexta apresentei a monografia. E hoje pela manhã meu artigo foi publicado. Tinha melhor desfecho para esta semana? *LÁGRIMAS MASCULINAS*
* Relembre: “E que 2011 seja melhor“. E FOI!
Quinta saiu o resultado do mestrado. Sexta apresentei a monografia. E hoje pela manhã meu artigo foi publicado. Tinha melhor desfecho para esta semana? *LÁGRIMAS MASCULINAS*
* Relembre: “E que 2011 seja melhor“. E FOI!
Conner Layne resolve abandonar sua esposa no altar e sair viajando com pouco dinheiro pelas Américas Central e Sul – coisa que todo mundo sonha, mas ninguém faz. A ideia parece ser legal, o treiler deixa a gente com muita vontade de ver, mas o filme mesmo é muito fraco e cheio de clichês. A história, personagens e situações são muito artificiais, coisa para adolescente.
Algumas pessoas dizem que ficaram motivadas após assisti-lo, que ele é legal pra quem gosta de viajar e blá blá blá… Mas se esse é o motivo que te fez buscar este filme, assista A Praia, que com certeza possui um cenário mais bonito, tem diálogos mais desenvolvidos e está mais próximo da realidade de um mochileiro.
Ou, se estiver pronto, assista Na Natureza Selvagem, o melhor que tem do gênero.
A primeira vez que ouvi falar deste experimento foi no primeiro ano de faculdade, em 2008. Naquela versão, em vez de água fria, os cientistas aplicavam choques. Achei incrível a moral da história, mas acabei me esquecendo e nunca mais ouvi falar do tal experimento ou qualquer repercussão dele.
Recentemente, principalmente nos últimos 2 meses, esta história voltou a se repercutir no Facebook em forma de imagem (como a utilizada neste post). Fiquei curioso e fui ver o que os autores da pesquisa falavam sobre o achado. Mas quem são os autores? Muitos sites reproduzem como “pesquisadores do reino unido realizaram um experimento…“, sem indicarem os verdadeiros autores ou instituição. Outra coisa estranha é que somente sites e blogs não especializados falam sobre o experimento, também sem investigarem a veracidade da informação.
Mas enfim, o resultado da minha busca foi: não há site confiável que fale sobre o assunto (no Psychology Today tem um autor citando o experimento como se fosse verídico, mas sem qualquer evidência); não há nomes de autores, título de artigo, nem ano e periódico publicado. Mas há outras pessoas que procuraram pela fonte e também não encontraram evidências de que o estudo tenha sido feito, como o Search for Balance, indicando que o experimento dos 5 macacos é realmente um hoax, boato, lenda urbana ou qualquer outra coisa, mas não um estudo científico de verdade.
Porém, o mais interessante dessa “fábula” é que, apesar do tal estudo não ter sido propriamente realizado, ela se tornou uma fonte de dados em si mesma, pois o modo como as pessoas repassam a informação sem se questionarem é um indicativo de que o fictício experimento dos 5 macacos revela algo de verdadeiro sobre o comportamento humano.
Milhões curtiram e compartilharam sem se perguntarem o porquê.
Ontem a ONU divulgou nota dizendo que o mundo havia alcançado a inédita marca de 7 bilhões de pessoas. Um número incrível, mas que é motivo de preocupação para muitas pessoas, já que quanto mais habitantes existirem, maior será a demanda por água, comida e energia.
Não estou com a pretensão de dissertar sobre os problemas que isso pode gerar, mas apontá-los para uma interessante entrevista que B. F. Skinner concedeu à revista Veja em 1983. Já naquela época ele mostrava preocupação com uma superpopulação mundial. Mas a entrevista vai além disso, ela revela a opinião de Skinner sobre governos, educação, psicologia e também conta um pouco do seu livro Viva Bem a Velhice, que estava sendo lançado na época.
É uma ótima oportunidade para entrar em contato com o maior representante da Psicologia americana. E pra ficarem com um gostinho de quero mais, confiram este trecho em que o entrevistador questiona a preocupação de Skinner:
VEJA: Ao longo da história, a raça humana superou variadas espécies de conjunturas desfavoráveis que pareciam, à época, insolúveis. Por que não resolveríamos os problemas, desta vez?
SKINNER: Este argumento é como consolar um doente que está morrendo lembrando que, afinal, ele esteve doente outras vezes e sempre se recuperou. O mundo pode estar chegando a uma condição única, em que pela primeira vez, na história, está de fato morrendo – e não estamos fazendo nada para salvá-lo.
Conta a história de uma turma de adolescentes rockeiros e skatistas, com ascendência latina e de classe popular, vivendo nos Estados Unidos. Era pra ser na mesma linha de “Kids”, aparentava ter boas intenções, mas o resultado foi um filme incongruente, com imagens para acima de 16 anos e enredo, trama e interpretações para menores de 12.
Não perca seu tempo! A menos que você… (sigam o raciocínio) tenha 16 anos, mas mentalidade de 12.
Filme de baixo orçamento que mostra sem pudores a vadiagem de adolescentes de classe popular de Nova Iorque. Trabalha com a temática das drogas, iniciação sexual e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), em particular a AIDS. É do mesmo estilo de “E Sua Mãe Também” e, a menos que você tenha relatórios para entregar com certa urgência, vale a pena assistir.
Pode ser especialmente útil para educadores que trabalham com adolescentes e que pretendam levantar debates, reflexões ou simplesmente dar “um gelo” nos moleques.
A partir de agora, inauguro uma nova seção aqui no blog: O Bazar Perdido!
Trata-se de uma categoria de posts que serão destinados à venda ou escambo de produtos usados, no melhor estilo sustentável “não compre, troque!“. Os posts serão agrupados na tag “bazar“.
Conforme os itens forem sendo trocados ou vendidos, vou atualizando no próprio post. Para ver as regras inalienáveis de transação, entre aqui.
E pra começar o bazar, coloco à disposição minha primeira câmera digital:
Olympus 5.1 mega pixels
- Tem filmadora, mas não pega som.
Acompanha:
- cabo usb para passar as fotos para o computador
- carregador de bateria (aquelas “pilhas recarregáveis“)
NÃO acompanha:
- cartão de memória
- bateria (“pilha recarregável”)
[os dois são baratinhos]
Fotos tiradas com a câmera: um, dois e três.
Preço sugerido: R$ 40,00 (+ frete)
Aceito trocas! Faça sua oferta pelo formulário de contato ou comentando abaixo.