Os participantes do estudo responderam a um questionário que mede o quanto eles confiam em outras pessoas e depois assistiram a gravações de entrevistas em que metade era sincera e outra metade havia mentiras. Constatou-se que os indivíduos que alcançaram maiores escores em “confiança no outro” também obtiveram mais sucesso em detectar mentira. O resultado sugere que, justamente por ter uma habilidade em reconhecer mentiras, um indivíduo pode confiar no outro com menos riscos que alguém que tenha essa habilidade menos desenvolvida.
Referência:
N. L. Carter, J. Mark Weber. Not Pollyannas: Higher Generalized Trust Predicts Lie Detection Ability. Social Psychological and Personality Science, 2010; 1 (3): 274 DOI: 10.1177/1948550609360261


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